terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Uma semana de governo (direita)

Uma semana de governo (direita)

PRIMEIRA SEMANA DE GOVERNO

#MelhorJairSeArrependendo

Governo Bolsonaro luta para mostrar sintonia.

#NãoToFalando

Presidente em sessão de gabinete: desencontro entre membros na primeira semana
Primeira semana dá sinais de falta de coordenação e de um programa claro no gabinete, enquanto presidente, ainda em tom de campanha, atua para aparar arestas. Comunidade internacional olha com desconfiança.

A partir de agora, as meninas vestem rosa, os meninos, azul, disse a nova ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. E o Brasil vai ser finalmente libertado do socialismo, prometeu o presidente Jair Bolsonaro. Em sua primeira semana, o novo governo brasileiro promoveu, acima de tudo, muita polêmica, deixando observadores e as mídias nacional e internacional apreensivos.
Natureza e meio ambiente | 07.01.2019
Política ambiental de Bolsonaro preocupa Alemanha

"É evidente que existem polêmicas, e tem muito espaço na mídia para isso. Mas por enquanto isso não tem grande influência dentro do governo Bolsonaro, pois o tom será dado na economia e na área política", diz o cientista político Ricardo Ismael, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

"Tivemos uma semana de muita falação, de muita conversa e de poucas medidas de natureza prática", opina o também cientista político Marco Aurélio Nogueira. "Uma primeira semana que mostra uma grande dificuldade de o governo de estabelecer um rumo claro de atuação."

Até meados de 2018, diz o cientista político, nem mesmo o próprio Bolsonaro contava com a vitória nas eleições: "O grupo que dá sustentação [ao governo] é um grupo ainda meio virgem. Uma semana ainda é um tempo curto."
Economia | 04.01.2019
Cinco desafios para Bolsonaro na economia
Contêineres em zona portuária no Rio de Janeiro, com mar e cidade no horizonte

Mas isso não é desculpa para a continuação dos ataques – tão bem-sucedidos na campanha eleitoral – aos adversários políticos, avalia o especialista. "Ao mesmo tempo, o governo não pode fingir que está governando. E não pode ficar em campanha."

Até porque a comunidade internacional olha com desconfiança para o país. Ao lado da possibilidade de os Estados Unidos montarem uma base militar no Brasil, está prevista, sobretudo, a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém.

#ÉdissoQueToFalando

"Um verdadeiro desastre", opina Nogueira, apontando que até mesmo a ditadura militar (1964-85) manteve uma política externa o mais neutra possível. "É apenas discurso, mas é uma bobagem que sinaliza uma guinada na política externa brasileira que é muito ruim para o país."

Especialmente preocupantes são as declarações do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, contrário à política multilateral e fã declarado do presidente americano, Donald Trump. Enquanto entre os adeptos de Bolsonaro no Brasil ele marca pontos, observadores estrangeiros estão incrédulos.

"Agora, pela primeira vez em muitos anos, a política externa ficou inteiramente capturada pela política interna. Para a afirmação do Estado brasileiro no mundo, é uma tragédia", considera Nogueira.

Também a retirada da alçada da Funai das decisões sobre a demarcação de terras indígenas despertou apreensão internacional. A partir de agora, o responsável pela questão passa a ser o Ministério da Agricultura, dominado pelo lobby ruralista, o que gera temores em relação ao futuro da Floresta Amazônica.
Assuntos relacionados
Jair Bolsonaro

"É claro que enfraquece a Funai", reconhece Ismael. "Mas isso não significa que a população indígena ou as terras indígenas vão ser entregues ao agronegócio. Ainda é precoce tirar qualquer conclusão."

#UmaCoisaÉumaCoisa #OutraCoisaÉOutraCoisa

Reina também incerteza em torno da urgentemente necessária reforma da Previdência. De fato, Bolsonaro defendeu na primeira semana do ano a idade mínima de 57 anos para mulheres e 62 anos para homens. Mas possivelmente isso não passou de um balão de ensaio para o presidente testar as reações, supõe Nogueira.

Segundo Ismael, da PUC-RJ, Bolsonaro tem duas tarefas-chave a cumprir: aquecer logo a economia e assegurar o apoio do Congresso. "O discurso de posse do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi muito bem recebido pelos mercados, a bolsa subiu e o dólar caiu", observa.

Ao mesmo tempo, o partido de Bolsonaro foi inteligente em confirmar apoio ao atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na reeleição em fevereiro, evitando, assim, uma possível derrota de sua base parlamentar, diz o cientista político. "Nessas duas áreas, na economia e na política, as notícias foram positivas."

Na opinião do cientista político, é até mesmo do interesse de Bolsonaro que em outros setores dominem as polêmicas de grande efeito midiático. Como sabe ter a imprensa contra si, ele precisa seguir apostando no confronto ideológico nas redes sociais, a fim de aumentar a pressão sobre seus adversários políticos. "Ele tem de manter acesa essa mobilização, e para isso precisa dessas palavras de ordem que sua base social conhece."

Nogueira questiona se a atividade governamental normal será viável em tal clima de polarização. "A única coisa clara que o governo manifestou foi a sua confusão. A falta de um programa claro, a falta de coordenação dentro do governo. Quem vai coordenar, quem serão as vozes autorizadas, e quem vai funcionar como elemento de moderação?", diz. "Nem Bolsonaro consegue se comportar como presidente, deixando dúvidas sobre a linha que o governo vai seguir."

#MorteAosPoliticosCorruptosDoBrasil

#PerdemosAchanceDeMatar

#PoliticosCorruptos

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Cores

Sobre azul e rosa

A Ministra Damaris, disse SIMBOLICAMENTE sobre meninos usarem azul e meninas rosa, ou seja, disse apenas e tão somente, e acertadamente, trazendo para a responsabilidade uma parte da sociedade que está emburrecida:

Crianças são crianças, meninos são meninos e meninas são meninas, e como tal devem ser cuidadas, tratadas, educadas... quando deixarem de ser crianças e portanto intelectualmente capazes de decidirem se preferem trocar as cuecas por calcinhas ou calcinhas por cuecas, ou ainda abolir ambos, que o façam e sejam felizes.

Não se pode permitir a influência ou induzir a criança àquilo que se quer que ela seja, ou confundir sua cabeça e atitudes em nome de uma liberdade que ainda não lhes pertencem (liberdade exige responsabilidade e gera consequências), e que pode comprometer seu desenvolvimento e liberdade pessoal, intelectual e psicologica futura.

É angustiante a imbecilidade da esquerda e seus grupos mimizentos e seus analistas de um neurônio só.... fazem questão de, em nome de suas limitações de entendimento, ficarem gritando coisas desconexas como liberdades individuais ou "em que ano vive essa ministra!?". Eu pergunto, em que buraco negro vivem vocês? Libertem-se.

E Ministra, ficar dando brechas pros mimizentos tb, não dá né.

Odilon

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Decreto

#éPossivel

É POSSÍVEL GOVERNAR POR DECRETO?

Eleito com mais de 57,7 milhões de votos, Jair Bolsonaro vai ser empossado nesta terça-feira, 1º, às 16h, no Congresso Nacional, como o 38.º presidente da República do Brasil. Aos 63 anos, Bolsonaro, filiado ao PSL, chega ao posto máximo do País após um ciclo de 22 anos de hegemonia do PSDB e do PT no Executivo federal. Nascido em Glicério (SP), o deputado federal fluminense por sete mandatos vai suceder a Michel Temer (MDB), que assumiu em 2016 na esteira do impeachment de Dilma Rousseff. 

Transformar o capital eleitoral em apoio parlamentar se impõe como desafio para o novo presidente, que se elegeu com um discurso disruptivo, antissistema, antipolítica e antipartidos. 

Mas Bolsonaro vai necessitar de uma consistente base no Congresso para aprovar a maioria das promessas de campanha. Ao receber a faixa presidencial de Temer, ele receberá também um País melhor do que o seu antecessor encontrou. A economia, ainda que timidamente, voltou a crescer. O desemprego apresentou leve queda. A recuperação econômica, contudo, ainda depende da aprovação de reformas. A da Previdência vai ser apresentada em fevereiro e seu avanço é tratado como prioridade dos primeiros seis meses. 

Os primeiros seis meses são considerados decisivos. Bolsonaro aposta nos dois principais nomes de sua equipe: Paulo Guedes, no Ministério da Economia, e Sérgio Moro, na Justiça e Segurança Pública. O ideário liberal de Guedes, no entanto, ainda é visto com resistência no Congresso. Bolsonaro chega ao poder sustentando o discurso contra as práticas do “toma lá, dá cá”, criticadas por ele na campanha e condenadas por Moro na Lava Jato. Além dos dois “superministros”, o capitão da reserva do Exército formou um gabinete ancorado também em oficiais das Forças e terá como vice o general Hamilton Mourão.

A eleição de Bolsonaro impulsionou os filhos nas urnas. Eduardo, o mais novo dos três irmãos políticos, foi reeleito deputado federal com a maior votação da história do País. O primogênito, Flávio, conquistou uma vaga ao Senado, mas viu seu nome no centro do episódio do Coaf.

Alvo de um atentado a faca durante a campanha, o novo presidente prometeu no discurso da vitória pacificar do País, mas seus subordinados mantêm o radicalismo nas redes sociais em temas como diplomacia internacional e questões morais.

Expediente do decreto

Sob o argumento de que é preciso construir “um novo Brasil”, com menos Estado e mais produtividade, o presidente Jair Bolsonaro usará o expediente do decreto, logo nos primeiros dias de governo, para mudar portarias ministeriais, instruções normativas e até resoluções, sem passar pelo crivo do Congresso. As medidas atingem praticamente todas as áreas – do meio ambiente à indústria e comércio, da segurança pública à habitação – e vão além do pente-fino anunciado na semana passada para promover a revisão de atos praticados pela equipe de Michel Temer.

“O nosso compromisso é tirar o governo do cangote dos cidadãos”, disse aoEstado o novo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. “Desfazer a burocracia não depende do Congresso. Só depende da canetada do presidente.”

O núcleo duro do governo Bolsonaro está preparando um pacote de iniciativas que, no diagnóstico de Onyx, terão como meta “simplificar a legislação existente e favorecer a atividade econômica, do pequeno ao grande empreendedor”.

História. O gabinete presidencial já está preparado para Bolsonaro, que deve despachar em mesa utilizada por Juscelino Kubitschek.
A adoção do modelo de decretos para assegurar a rápida entrada em vigor dos projetos de interesse do Palácio do Planalto – e revogar iniciativas vistas como “obstáculo” ao crescimento – começou a tomar forma a três dias da posse de Bolsonaro. No sábado, ele postou mensagem no Twitter anunciando que pretende garantir, por decreto, a posse de arma de fogo para quem não tiver antecedentes criminais. Mudanças em questões envolvendo o Código Florestal também estão na mira do Planalto, mas ainda não há detalhes sobre o que será apresentado.

O novo vice-presidente, general Hamilton Mourão, avalia que o governo precisa aproveitar o capital político dos primeiros seis meses da gestão – período conhecido como “lua de mel” – para investir na comunicação com a sociedade e “traduzir” medidas até agora consideradas amargas, como a reforma da Previdência.

Bem humorado, o general chegou a citar o personagem Giovanni Improtta, bicheiro que fez sucesso na novela Senhora do Destino, para definir a necessidade de urgência no encaminhamento das propostas. “O tempo ruge e a Sapucaí é grande”, afirmou ele, caindo na gargalhada.

As alterações no sistema de aposentadoria são classificadas como essenciais para a busca do equilíbrio das contas públicas e para transmitir aos investidores a mensagem de austeridade fiscal. “Mas, se nós não ganharmos a opinião pública, o Congresso vai nos criar caso”, admite Mourão. A reforma tributária é outra mudança que está entre as prioridades, mas deverá ficar para uma segunda etapa.

Nos bastidores, até mesmo aliados de Bolsonaro, porém, veem o prazo de 180 dias como “limite” para que o governo faça “concessões” aos partidos, sob pena de ter sua vida transformada em um inferno na Câmara e no Senado.

Na prática, embora o presidente tenha traçado diretrizes para os primeiros cem dias – com foco na redução do déficit público e melhoria do ambiente de negócios, além da promessa de cortar 30% dos cargos comissionados –, a tendência é que haja entraves no Congresso. Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) como a da reforma da Previdência, por exemplo, precisa do aval de 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos de votação. Para piorar o quadro, a bancada do PSL de Bolsonaro já chega à nova legislatura rachada e há muitos insatisfeitos no caminho.

Teste. O primeiro teste da nova direção do Planalto no Congresso será a eleição para o comando das duas Casas, marcada para 1.º de fevereiro. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), disputa novo mandato, mas não tem o respaldo do PSL.

O governo também fará tudo para derrotar Renan Calheiros (MDB-AL), candidato à presidência do Senado. Em conversas reservadas, interlocutores de Bolsonaro afirmam que Renan não inspira confiança porque tem “canal direto” com o PT.

“Eu defendo candidatura própria do PSL na Câmara e no Senado ainda estamos discutindo”, afirmou o deputado Major Olímpio (PSL-SP), que é senador eleito. “Só digo o seguinte: se o Bolsonaro continuar esticando a corda, o Rodrigo será reeleito com apoio da esquerda e entregará o recibo para quem o ajudou na campanha”, resumiu o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), um dos líderes da bancada evangélica.

Maia jura que não condicionará qualquer acordo com o PSL à pauta da Câmara, caso seja reconduzido ao cargo. A portas fechadas, no entanto, um integrante do novo primeiro escalão criticou a articulação política de Bolsonaro e não escondeu que teme uma espécie de “revanche” dos descontentes no Congresso.

“Ninguém vai defender mais a agenda econômica de Bolsonaro do que eu”, disse Maia ao Estado. “Eu acredito e vou defendê-la onde eu estiver. Estão criando interpretações que não existem.”

#VidaLongaAoRei

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Posse presidencial

#HoraDaVerdade

Repórteres não puderam circular livremente em cerimônia. Equipes estrangeiras protestaram e jornalistas relataram que veículos alinhados com Bolsonaro receberam privilégios.

A posse de Jair Bolsonaro nesta terça-feira (01/01) parece ter sido uma indicação de como deve ser conflituosa a relação entre a grande imprensa – tanto a brasileira quanto a estrangeira – e o novo governo. Pela primeira vez em uma posse desde a redemocratização, jornalistas sofreram severas limitações para realizar a cobertura da cerimônia.

Mais de mil jornalistas se deslocaram para cobrir o evento, entre eles mais de 150 profissionais estrangeiros.

Ao longo do dia, a circulação de profissionais foi restrita a um único local. Desta vez, a organização distribuiu credenciais aos jornalistas seguindo uma rígida divisão de setores onde iriam ocorrer diferentes etapas da posse. Jornalistas que receberam credenciais para assistir ao juramento no Congresso, por exemplo, não puderam ir ao Palácio do Planalto ou ao Itamaraty. Em cerimônias anteriores, a circulação dos jornalistas foi livre entre os prédios.

Vários profissionais também se queixaram do cronograma imposto à imprensa. Os profissionais credenciados tiveram que se dirigir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), quase oito horas antes do início da posse. De lá, ônibus transportaram os jornalistas para diferentes locais da posse de acordo com a credencial concedida.
Assuntos relacionados
Liberdade de imprensa
Repórteres sem Fronteira
Jair Bolsonaro

Membros da assessoria do Planalto também advertiram que os jornalistas não deveriam fazer movimentos bruscos, afirmando que qualquer movimento suspeito poderia levar um atirador de elite e a abater o "alvo”. Os profissionais ainda foram impedidos de levar água e alguns tipos de alimento, como frutas inteiras.

Segundo uma jornalista da Folha de S.Paulo, a organização justificou a proibição alegando que as frutas poderiam ser arremessadas. Já a revista Piauí relatou que alguns profissionais tiveram que morder suas frutas para provar que não estavam "envenenadas”. A revista também informou que repórteres fotográficos com credenciais para o Congresso foram obrigados pela polícia do Senado a fazer suas refeições em banheiros.

O cerimonial também proibiu que garrafas d'água fossem levadas. Inicialmente, a organização informou que todos os locais teriam água disponível, mas vários jornalistas que esperaram longas horas relataram no Twitter que esse não foi o caso em todos os prédios e espaços.

Jornalistas credenciados para o Itamaraty - onde estava previsto um coquetel com líderes estrangeiros, no final do dia - ficaram confinados por horas em uma sala sem janelas e sem poder acompanhar o restante da posse. O evento no Itamaraty estava previsto para começar apenas às 19h, doze horas após a convocação no CCBB. A organização também determinou que, quando o evento no local finalmente tivesse início, os jornalistas ficassem em um espaço separado, sem poder entrevistar os convidados.

Segundo o jornal Correio Braziliense, uma equipe da emissora francesa France 24 se queixou do cronograma e das condições impostas, que impediam que fossem feitas imagens da população na Esplanada. Os franceses acabaram deixando o local. Em seguida, o mesmo foi feito por um jornalista argentino  da agência chinesa Xinguan.

Em outros prédios, jornalistas também se queixaram das condições. No Congresso, segundo o jornal Folha de S.Paulo, os jornalistas que tiveram que aguardar sete horas no local não contaram com cadeiras. Dezenas tiveram que se sentar no chão. Alguns correspondentes estrangeiros acabaram deixando o local. Outros jornalistas se queixaram de não ter acesso à água e que as idas ao banheiro eram restritas. O comitê de imprensa também permaneceu fechado por ordem da organização.

No Palácio do Planalto, jornalistas credenciados para o local foram impedidos de interagir com membros do novo e do velho governo.

"Cubro posse desde o general João Figueiredo. Nunca houve nada tão restritivo. Naquela época, eu era uma jovem jornalista e tive acesso a vários pontos da cerimônia, circulei, fui convidada para o jantar de gala porque era responsável pela cobertura do Itamaraty. Lá pude falar com os novos ministros”, escreveu Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo. Ela também disse que o uso de regras de segurança para impor tais restrições aos jornalistas "é um perigoso precedente”.

Dias antes da posse, a distribuição de credenciais para as centenas de jornalistas que apresentaram pedidos já havia causado problemas para os jornalistas. A rede francesa France 24 – que foi mandada para a sala sem janelas no Itamaraty – havia solicitado originalmente um credencial para a Praça dos Três Poderes. O jornal El País também relatou que recebeu credenciais para locais diferentes daqueles que haviam sido solicitados.

Paralelamente, houve relatos de que jornalistas militantes de veículos e grupos pró-Bolsonaro tiveram tratamento privilegiado durante a posse, conseguindo acesso a locais que foram negados para jornalistas de veículos tradicionais. Segundo um jornalista do Correio Braziliense, os simpatizantes de Bolsonaro exibiam um pin na roupa que permitia livre acesso. O El País também informou que jornalistas alinhados com o novo governo receberam credenciais "VIP”.

#PraEuSãoTodosIguais

Um desses veículos pró-Bolsonaro chegou até mesmo explicitar orgulhasamente em mensagem publicada no final de dezembro no Twitter que “algumas mídias” tiveram “livre acesso” em todos os locais. Ao longo do dia, militantes do mesmo veículo pró-governo publicaram um vídeo negando que  a imprensa  estava sofrendo restrições, apesar das dezenas de relatos e das várias reportagens que comprovavam os problemas.

Alguns jornalistas credenciados para atuar em espaços abertos, como a Praça dos Três Poderes, também sofreram com a hostilidade de apoiadores de Bolsonaro que foram acompanhar a posse. Vários jornalistas foram chamados de "comunistas” e alvos de ofensas. Os apoiadores também gritaram palavras de apoio à Rede Record, a emissora do bispo Edir Macedo, que apoiou ativamente o novo presidente abertamente durante a campanha eleitoral.

As limitações ao trabalho da imprensa foram alvos de protesto do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

"Um governo que restringe o trabalho da imprensa ignora a obrigação constitucional de ser transparente. Os  brasileiros receberão menos informações sobre a posse presidencial por causa das limitações impostas à circulação de jornalistas em Brasília”, declarou a Abraji no Twitter.

Antes da posse, o SJPDF já havia se queixado das condições impostas aos jornalistas. O sindicato havia frisado que não é novidade que a cerimónia de posse ocorra, em diferentes momentos, em diferentes pontos da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, mas, "pela primeira vez, os jornalistas credenciados não poderão transitar entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, num ato claro que limita a livre atuação da imprensa".

#ÉissoFalaramFoiDitoTaFalado

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Dinheiro e poder

Sobre Riqueza e Poder

#NãoToFalando

De nada adianta ter riqueza se não se tem poder sobre ela, da mesma forma nada adianta ter poder se não tem capacidade e autoridade para impô-lo.

O Brasil é o país mais rico do mundo. Tem em extrema abundância riquezas que garantem não apenas a sobrevivência e fartura de seu povo, como a de todo o planeta por no mínimo uns trezentos anos.

Porém, essa riqueza nunca foi exatamente tipificada e controlada, e pior, nunca possibilitou desenvolvimento e qualidade boa de vida para seu povo, todos nós, brasikeiros.

Quando o presidente eleito Jair Bolsonaro diz, que não irá aceitar se submeter a acordos e tratados internacionais que nos tire a autonomia e controle sobre nosso país, disse claramente apenas que agora o Brasil tem autoridade sobre sua riqueza e poder sobre ela. Simples assim.

Enquanto jornalistas maus formados e ativistas agitadores ficam de mímimi, indignados discutindo sobre minorias e "intransigência" do presidente, o Presidente está, pela primeira vez em quinhentos anos, mostrando à todos que nossa riqueza é nossa e a nós servirá primeiramente.

Só um detalhe: a região amazônica, possui sob seu solo parte do aquifício Guarani, reserva de água capaz de nos abastecer por mais de trezentos anos. Isto é riqueza e fartura. Isto é poder. Bolsonaro sabe sobre ambos, e não está de brincadeira. O G20, o Macron etc, comecem fazer seus "corres", são vocês que tem problemas, não o Brasil, e o Brasil não irá mais aceitar ser dilapidado.

Tipo assim: quem manda na minha casa sou eu, e eu sei o que tem na minha casa, e o que tem em casa pertence aos moradores da casa. Ou seja, acabou a festa do cáqui. Bem vindo ao Brasil.

Odilon Gomes

#éDissoQueToFalando

domingo, 23 de dezembro de 2018

Direita 2019

FUTURO GOVERNO BOLSONARO: SE ACONTECER CLARO.

BOLSONARO: RECEBEU 200 MIL DA JBS USANDO LARANJAS  PODERÁ SER INDICIADO PELA PGR.

GENERAL MOURÃO: (VICE PRESIDENTE) INVESTIGADO PELA JMU, POR TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, FORMAÇÃO DE QUADRILHA, IMPROBIDADE FISCAL, FAVORECIMENTO ILÍCITO DE MAIS DE 200 EMPRESAS DE FACHADAS PARA O EXÉRCITO, EMPRESAS FICTÍCIA CHAMADA SERVENG, AO QUAL MOVIMENTOU MAIS DE 1 TRILHÃO EM CONTAS DE LARANJAS, NOS ÚLTIMOS 4 ANOS   E PODE SER CONDENADO PELO STM, PROCESSO EM TRÂMITE.

RICARDO SALLES: (MEIO AMBIENTE):  CONDENADO

ONIX LORENZONI: (MINISTRO CHEFE DA CASA CIVIL) INVESTIGADO POR CAIXA 2

PAULO GUEDES: INVESTIGADO POR DESVIO BILIONÁRIO NA PREVIDÊNCIA, E POR DESVIAR 220 MILHÕES DA BOLSA.

TEREZA CRISTINA: ( MINISTRA DA AGRICULTURA) INVESTIGADA POR FAVORECIMENTO DA JBS.

GENERAL HELENO: (MINISTRO DO GSI)  INVESTIGADO POR CONTRATOS IRREGULARES QUE PASSAM DE 22 MIHLÕES.

DAMARES ALVES:  (MINISTRA DA FAMÍLIA)  ACUMULA PROCESSOS E DENÚNCIAS POR DESCRIMINAÇÃO DE INDÍGENAS.

LUIZ HENRIQUE MANDETTA:  (MINISTRO DA SAÚDE)  INVESTIGADO POR FRAUDE , CAIXA 2, E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.

MARCOS PONTES: INVESTIGADO POR  ATIVIDADES COMERCIAIS IRREGULARES.

MARCELO ALVARO ANTONIO: ( TURISMO)  INVESTIGADO POR DÍVIDA ATIVA NO INSS E PROPRIEDADES IRREGULARES.

GENERAL FERNANDO AZEVEDO: ( MINISTRO DA DEFESA)  INVESTIGADO POR FAVORECIMENTO ILÍCITO A EMPRESAS DE FACHADAS, TRAFICO DE INFLUÊNCIA, TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS, IMPROBIDADE FISCAL, PROCESSO CORRENDO EM SEGREDO DE JUSTIÇA ( JMU )

GENERAL EDSON LEAL PUJOL: ( FUTURO COMANDANTE DO EXÉRCITO), TEM DUAS FAZENDAS NO INTERIOR DE SP, SUAS COM FABRICAÇÃO DE METANFETAMINA E COCAÍNA, INVESTIGADO POR FRAUDE, POR CRIMES DE IMPROBIDADE FISCAL, PROPRIEDADES IRREGULARES, TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, FRAUDE NA RECEITA FEDERAL E TRÁFICO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E DROGAS, E DESVIDOS QUE CHEGAM ATÉ A 35 MILHÕES. PROCESSO SEGUE EM SEGREDO DE JUSTIÇA NO STM.

Esse é o governo dos sonhos dos Brasileiros, acha que é mentira???  Dá uma passadinha e faz um pente fino e pesquise no JUSBRASIL e tbm nas mídias, tá em todos os jornais internacionais sérios !!!! NÃO ACREDITA ??? FODAM-SE, MINHA PACIÊNCIA ESGOTOU COM TODOS...... DAQUI PRA FRENTE POSTAREI AS VERDADES, E ACREDITEM QUEM QUISER, DOA A QUEM DOER......... VAMOS ARREBENTAR ESSE SISTEMA "!!!!

Câmara 2019 parentesco

Parentes que assumem

Filhos:
- Camilo Capiberibe (PSB-AP)
filho de Janete Capiberibe (PSB-AP), que tentou vaga no Senado e não se elegeu
- Felipe Francischini (PSL-PR)
filho de Fernando Francischini (PSL-PR), que se elegeu deputado estadual pelo Paraná
- Lafayette de Andrada (PRB-MG)
filho de Bonifácio Andrada (PSDB-MG), que se aposentou da política
- Luisa Canziani (PTB-PR)
filha de Alex Canziani (PTB-PR), que tentou vaga no Senado e não se elegeu
- Marcelo Moraes (PTB-RS)
filho de Sérgio Moraes (PTB-RS), que anunciou sua saída da política
- Marreca Filho (Patriotas-MA)
filho de Júnior Marreca (Patriotas-MA), que renunciou em campanha ao ter a candidatura impugnada
- Mauro Benevides Filho (PDT-CE)
filho de Mauro Benevides (PDT-CE), que decidiu não concorrer
- Paulo Bengtson (PTB-PA)
filho de Josué Bengtson (PTB-PA), que decidiu não concorrer
- Pedro Augusto Bezerra (PTB-CE)
filho de Arnon Bezerra (PTB-CE), que se elegeu prefeito de Juazeiro do Norte (CE) em 2016
- Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA)
filho de Pedro Fernandes (PTB-MA), que será suplente da senadora eleita Eliziane Gama (PPS-MA)
- Pinheirinho (PP-MG)
filho de Toninho Pinheiro (PP-MG), que anunciou sua saída da política
- Silvio Costa Filho (PRB-PE)
filho de Silvio Costa (Avante-PE), que tentou uma vaga no Senado e não se elegeu

Irmãos
- André Ferreira (PSC-PE)
irmão de Anderson Ferreira (PR-PE), que se elegeu prefeito de Jabotão dos Guararapes (PE) em 2016
- Cristiano Vale (PR-PA)
irmão de Lúcio Vale (PR-PA), eleito vice-governador de Helder Barbalho (MDB-PA)
- David Soares (DEM-SP)
irmão de Marcos Soares (DEM-RJ), que tentou reeleição à Câmara mas não se elegeu
- Gutemberg Reis (MDB-RJ)
irmão de Washington Reis (MDB-RJ), que se elegeu prefeito de Duque de Caxias (RJ) em 2016
- João Maia (PR-RN)
irmão de Zenaide Maia (PHS-RN), eleita senadora
- Mara Rocha (PSDB-AC)
irmã de Major Rocha (PSDB-AC), eleito vice-governador de Gladson Cameli (PP-AC)

Cônjuges
- Dra. Soraya Manato (PSL-ES)
esposa de Carlos Manato (PSL-ES), que não se elegeu governador mas integrará governo Bolsonaro
- Ângela Amin (PP-SC)
esposa de Espiridião Amin (PP-SC), eleito senador

Pais
- Wilson Santiago (PTB-PB)
pai de Wilson Filho (PTB-PB), que abriu mão de tentar reeleição para que o pai concorresse

Rafael Neves
Cris Souza

 
© 2018